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Legalização da maconha: uma questão de saúde pública no Brasil
Seja dentro da balada, pelas ruas do centro ou de qualquer bairro, a venda e uso de drogas mesmo em meio a pandemia triplicou. Segundo pesquisa 50 dos 60 jovens que foram entrevistados (online, respeitando as normas impostas pelo ministério da saúde) disseram que o uso de drogas aumetou desde o começo da pandemia. Com mais chances de ter depressão e quadros de ansiedade, a maioria dos jovens brasileiros encontram algum conforto na ingestão de drogas. Mas e se algumas delas ajudarem nesse processo? muitos acreditam ser possível, uma das drogas conhecidas no Brasil que é ingerida pela maioria dos jovens é a cannabis sativa, mais conhecida como maconha. Mas entra ai uma grande questão, se é uma droga tão consumida ainda mais em um país como o Brasil em que a maconha não é legalizada, é uma questão de saúde pública legalizá-la. A maconha consumida por jovens do Brasil inteiro é em sua maioria o ”prensado” que é a mistura de maconha com outras propriedades com o objetivo de faze-la render mais, assim visando aumentar o lucro para traficantes e milícia, e sendo a milícia a maior responsável por milhares de mortes de jovens que vendem ou que usam essas drogas. A maconha em sua forma mais pura não tem tantos danos como a maconha ingerida pelos jovens brasileiros. Legalizar a cannabis é uma questão de saúde pública no Brasil. Pense, se a maconha é vendida de qualquer jeito em qualquer lugar do Brasil, não é melhor organizar o consumo e oferecer a planta de uma forma não tão prejudicial a saúde de seus usuários?
